Fellipe Oliveira / Baixo-Barítono

Fellipe Oliveira / Baixo-Barítono

Bio

Estudou na UNESP, sob a orientação da Professora Drª Martha Herr, fez aperfeiçoamento com Isabel Maresca, pós-graduação em Árias de Ópera do Belcanto no Teatro Real de Madrid com bolsa da Fundación Carolina e participou de masterclasses com os renomados Siegfried Jerusalem, Ileana Cotrubas, Thomas Allen, Nelly Miricioiu, Phillip Langridge, Ian Storey e Malcom Matineau.

Residente na Europa desde 2006, fez Escola de Ópera e Mestrado em Performance Vocal (Repertório Sinfônico e de Câmara) na Royal Scottish Academy of Music and Drama em Glasgow – Escócia (hoje chamada Royal Conservatoire of Scotland), totalmente financiado pelo RSAMD Trust e devido a seu desempenho foi agraciado com a bolsa de estudos Internacional do Associated Board of Royal Schools of Music 2007/2009. Além disso, foi um dos ganhadores da Dewar Arts Awards em 2007 e 2008, prêmio em forma de bolsa de estudos concedido pelo Parlamento Escocês e já foi bolsista da Samling Foundation.

Como solista já cantou com a Orquestra de Câmara de Giengen (Alemanha), Orquestra da Universidade de Artes de Berlim (“Messias” de Händel em Glasgow, Edimburgo, Berlim e Potsdam na Alemanha), Royal Scottish National Orchestra (Peer Gynt de Grieg e Gala Lirica),  Amazonas Filarmônica (A Danação de Fausto de Berlioz e Missa de Santa Cecília do Pe. José Maurício), Sinfônicas de Minas Gerais (Cantatas 140 e 147 de Bach) e do Theatro Municipal do Rio de Janeiro (Gala Lírica), entre outras.

Em Ópera destacamos sua atuação nos papéis título de “Don Giovanni” e em “Don Pasquale”. Papageno em “A Flauta Mágica”, Morales e Dancairo em “Carmen”, Guglielmo em “Cosi Fan Tutte”, Schaunard em “La Boheme”e Belcore em “O Elixir do Amor”.

Atualmente aperfeiçoa-se na renomada Academia de Belcanto – CUBEC, com Mirella Freni, em Modena – Itália. Seus projetos mais recentes incluem o papel de Masetto no “Don Giovanni” do Theatro Municipal de São Paulo e  Papageno no Teatro Marrucino de Chieti, na Itália. Em 2015 participará da temporada de Ópera do Teatro Comunale di Modena e do Teatro Municipale de Piacenza, na Itália, entre outros.

Depoimentos

“Ho avuto occasione di lavorare con Felipe Oliveira come Papageno in una nuova produzione de Il Flauto Magico al Teatro Marrucino di Chieti. Felipe si è dimostrato una persona molto preparata, sia dal punto di vista vocale che drammaturgico. Mi ha impressionato la sua duttilità attoriale, e la capacità di tradurre scenicamente, arricchendole, le indicazioni registiche. Ha saputo costruire un personaggio completo, penetrando nelle sue sfaccettature, mettendone in rilievo sia il lato poetico che quello comico e dimostrando grossa padronanza e sensibilità nell’uso di entrambi i registri.”  Enrico De Feo – Regista – Internet – Itália/ 2013.

“Felipe Oliveira ha una bellissima voce, molto brillante e squillante. Ma sopratutto, lui è un cantante molto inteligente e musicale, un gran attore che sa recitare molto bene.” Mirella Freni – Itália/ 2014

“… while Guglielmo was sung by the excellent and reliable Felipe Oliveira…” (Mozart’s Cosi fan Tutte (RCS): Opera Now Magazine, United Kingdom, May/June 2008);

“… Don Giovanni was sung by the Brazilian Baritone, Felipe Oliveira; his well developed baritone has a splendidly rich tone but, for this production he’s almost too good-looking! The murder of, in this case, an unarmed Commendatore and the agresive attitude to the women was clearly meant to position Oliveira in a particulary psychotic interpretation of the Don, whereas he could obviously charm the women from the threes without resorting to violence…” (Don Giovanni (RCS) – Opera Now Magazine, United Kingdom, Nov/Dec 2007);

“…Weit tragend mit tiefdunklen Nuancen füllte der junge brasilianische Sänger Felipe Oliveira die Basspartie aus, besonders bei der eindringlichen Interpretation der Arie „Why do the nations so furiously rage together“ („Warum streiten die Nationen so wild miteinander?“) und der Posaunen-Arie (im Original Trompeten) kurz vor dem Finale. Eine gelungene Aufführung des „Messias“ und der erfreuliche Beginn einer europäischen Zusammenarbeit, auf deren zukünftige Entwicklung man gespannt sein darf.” (The Messiah – Potsdamer, Potsdam – Germany, 19th of Feb/2007).