Gabriella Pace / Soprano

Gabriella Pace / Soprano

Bio

Vencedora do Prêmio Carlos Gomes 2010, Pace já colaborou com maestros como Lorin Maazel, Pier Giorgio Morandi, Isaac Karabtchevsk, Roberto Minczuk, Rodolfo Fischer, Luiz Fernando Malheiro e Fábio Mechetti.

Das diversas personagens que já interpretou destacam-se Jen?fa, Fiordiligi, Menina das Nuvens, Ilia, Pamina, Tytania, Eurídice e Adina.

Frequentou vários festivais de música de câmara no Brasil e na Europa ao lado de grandes músicos como os pianistas Bengt Forsberg, Gilberto Tinetti e David Kadouch.

Gravou o CD “Ciclo Portinari e Outras Telas Sonoras” do compositor brasileiro João Guilherme Ripper e a “Canção do Amor” de Villa-Lobos junto à OFMG pelo selo Naxos.

Próximos compromissos incluem o Festival Equinox em Copenhague, a estreia brasileira no papel título da ópera “Ká?a Kabanová” no Theatro São Pedro e Liù na ópera “Turandot” no TMSP.

Gabriella iniciou os estudos com o pai, Héctor Pace, e foi aluna de Leilah Farah e Pier Miranda Ferraro. Atualmente aperfeiçoa-se com Sylvia Sass.

Depoimentos

O Estado de São Paulo

João Luiz Sampaio

17/05/2011

“Verdi tinha relação especial com a obra de Shakespeare, iniciada ainda na juventude. Levou algumas de suas peças ao palco da ópera. E sua adaptação mais bem acabada talvez seja a de Otello, que seria sua penúltima ópera. Aqui, a relação entre canto e orquestra atinge novos graus de refinamento, palavra e música se alimentando mutuamente, o que ficou evidente na comovente interpretação que a soprano Gabriella Pace ofereceu da Canção do Salgueiro, seguida da Ave Maria, ambas do Otello. A construção das frases, o equilíbrio entre as regiões mais graves e agudas da voz, que tem ganhado corpo com o tempo, os pianíssimos delicados – Gabriella reproduz de maneira sensível a dor da personagem, entre a lembrança da infância e o temor provocado pelo comportamento recente de Otello, que no canto parece sugerir a certeza do fim próximo.”

Revista L’Opera 

Norberto Modena

nov/2012

“Il soprano Gabriella Pace ha creato scenicamente il personaggio di Adina con agilità, grazia e sensualità. Il timbro è bello e la coloratura corretta, sempre fedele allo stile di canto stabilito dalla partitura donizettiana.”

Site Movimento

Leonardo Marques

08/04/2013

“Sua Tytania, interpretada com voz doce e segura, chamou a atenção, especialmente na ária Come, now a roundel, no final do primeiro ato, e no lindo trio do final da ópera, Now, until the break of day, momentos em que a soprano demonstrou estar em plena forma vocal.”