Gabriella Pace / Soprano

Gabriella Pace / Soprano

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Bio

Vencedora do Prêmio Carlos Gomes 2010 pela participação na ópera A Menina das Nuvens de Villa-Lobos, Gabriella Pace já cantou sob a regência de maestros como Lorin Maazel, Pier Giorgio Morandi, Isaac Karabtchevsk,Roberto Minczuk, Rodolfo Fischer, Luiz Fernando Malheiro, Fábio Mechetti, Sílvio Viegas e Abel Rocha.

Foi Gilda em Rigoletto, Tytania em Sonho de uma Noite de Verão de Britten, Ilia em Idomeneo, Eurídice em Orfeo ed Euridice, Giulietta em I Capuleti e i Montecchi, Susanna em As Bodas de Fígaro, Ceci em Il Guarany e Adina em O Elixir do Amor, dentre muitas outras.

En fevereiro deste ano debutou no Teatro Real da Dinamarca, interpretando Nannetta na ópera Falstaff de Giuseppe Verdi.

Em seu repertório sinfônico destacam-se suas participações na Quarta Sinfonia de Mahler, Carmina Burana de Orff, Requiem de Mozart, Stabat Mater de Rossini.

Foi solista da Nona Sinfonia de Beethoven em Aalborg na Dinamarca

Participou do II Festival de Música de Câmara em Kerteminde na Dinamarca, interpretando obras de Poulenc, Ginastera e Schoenberg.

No Festival de Ekestad na Suécia neste ano de 2016, ao lado do pianista Bengt Forsberg cantou obras de Schubert, Schumann, Villa-Lobos entre outros.

Debutou o papel de Fiordiligi sob a regência do maestro Fabio Mechetti com a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais em agosto de 2016.

Gravou o cd “Ciclo Portinari e Outras Telas Sonoras” do compositor João Guilherme Ripper.

Gabriella iniciou os estudos com o pai, Héctor Pace, e foi aluna de Leilah Farah e Pier Miranda Ferraro.

Repertório

ÓPERA
Bizet Carmen Micaela
Les Pecheurs de Perles Léila
Bellini I Capuletti e i Montecchi Giulietta
Britten A Midsummer Night’s Dream Tytania
Carlos Gomes Il Guarany Ceci
Charpentier Louise Louise
Donizetti L’Elisir d’Amore Adina
Don Pasquale Norina
Il Campanello di Notte Serafina
Rita Rita
Gounod Faust Marguerite
Romeo et Juliette Juliette
Gluck Orfeo ed Euridice Euridice
Haendel Giulio Cesare Cleopatra
Lehar Die Lustige Witwe Hanna Glawari
Mascagni L’Amico Fritz Suzel
Massenet Werther Sophie
Thaïs Thaïs
Mozart Die Zauberflöte Pamina
Don Giovanni Zerlina
Le Nozze di Fígaro Susanna / Contessa
Così fan tutte Despina
Idomeneo Ilia
Poulenc Les dialogues des Carmélites (Soer) Constance
Puccini Gianni Schicchi Lauretta
La Bohème Musetta / Mimì
Turandot Liù
Ravel L’enfant et les sortilèges Pastourelle / La chauve-souris / La chouette
Rossini Otello Desdemona
Rota Il Cappello di Paglia di Firenze Anaide
J. Strauss Die Fledermaus Adele
R. Strauss Ariadne auf Naxos Najade
Verdi Rigoletto Gilda
Falstaff Nannetta
La Traviata Violetta
Villa-Lobos A Menina das Nuvens Menina
Wagner Das Rheingold Freia
Die Walküre Ortlinde
SINFÔNICO E ORATÓRIO
Bach Magnificat
Johannes Passione 
Beethoven 9. Sinfonie 
Berg Sieben Frühe Lieder 
Carl Orff Carmina Burana
Faurè Requiem
Haendel Messiah 
Haydn Missa in Tempore Belli
Die Schöpfung 
Die Jahreszeiten 
Pe. José Mauricio Missa de Santa Cecilia
Mahler 4. Sinfonie
Mendelssohn Lobgesang 
Mozart Requiem
Rossini Stabat Mater
Schoenberg String Quartet no. 02 op.10
Schubert Der Hirt auf dem Felsen
Schumann Frauenliebe und Leben
Szenen aus Goethe Faust
Villa-Lobos Bachianas Brasileiras Nr. 5
A Floresta do Amazonas
Vivaldi Gloria

 

Depoimentos

O Estado de São Paulo

João Luiz Sampaio

17/05/2011

“Verdi tinha relação especial com a obra de Shakespeare, iniciada ainda na juventude. Levou algumas de suas peças ao palco da ópera. E sua adaptação mais bem acabada talvez seja a de Otello, que seria sua penúltima ópera. Aqui, a relação entre canto e orquestra atinge novos graus de refinamento, palavra e música se alimentando mutuamente, o que ficou evidente na comovente interpretação que a soprano Gabriella Pace ofereceu da Canção do Salgueiro, seguida da Ave Maria, ambas do Otello. A construção das frases, o equilíbrio entre as regiões mais graves e agudas da voz, que tem ganhado corpo com o tempo, os pianíssimos delicados – Gabriella reproduz de maneira sensível a dor da personagem, entre a lembrança da infância e o temor provocado pelo comportamento recente de Otello, que no canto parece sugerir a certeza do fim próximo.”

Revista L’Opera 

Norberto Modena

nov/2012

“Il soprano Gabriella Pace ha creato scenicamente il personaggio di Adina con agilità, grazia e sensualità. Il timbro è bello e la coloratura corretta, sempre fedele allo stile di canto stabilito dalla partitura donizettiana.”

 

Site Movimento

Leonardo Marques

08/04/2013

“Sua Tytania, interpretada com voz doce e segura, chamou a atenção, especialmente na ária Come, now a roundel, no final do primeiro ato, e no lindo trio do final da ópera, Now, until the break of day, momentos em que a soprano demonstrou estar em plena forma vocal.”