Martin Muehle / Tenor

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Bio

Um dos tenores brasileiros de maior destaque internacional no seu repertório, Martin Muehle nasceu em Porto Alegre e estudou na Escola Superior de Música de Lübeck, na Alemanha. Além disso, ele estudou com Carlo Bergonzi na Accademia Verdiana em Busseto e com Alfredo Kraus em Santander (Espanha).

No Verão de 2014, ele deu sua estréia como Radamés no Festival de Ópera de St. Margarethen numa nova produção de Aïda, dirigido por Robert Dornhelm (incl. Televisão e lançamento do DVD.). Novas estreias incluem Hagenbach (La Wally), Calaf (Turandot), Faust (La Damnation de Faust) e Fritz (Der ferne Klang) no Mannheim Nationaltheater e Des Grieux em uma nova produção de Manon Lescaut, de Puccini, no Theatro Municipal de São Paulo.

Desde a temporada 2013/14 Martin Muehle tem sido um membro do NationalTheatre Mannheim, onde teve grande sucesso como Gabriele Adorno em Simon Boccanegra, Pinkerton, em Madama Butterfly, Don José em Carmen e no papel título em uma nova produção de Stiffelio, de Verdi. Na mesma temporada, ele teve grande sucesso como Arrigo no I Vespri Siciliani, em Freiburg (Alemanha) onde também brilhou como Paolo Il Bello numa elogiada produção de Francesca da Rimini (Zandonai).

Outros sucessos incluem Alfonso em Violanta (Korngold) e Guido Bardi em Die florentinische Tragödie (Zemlinsky) em São Paulo, Siegmund em Die Walküre de Wagner no Detmold Theater e um concerto com a Orquestra Sinfônica da Rádio Croácia, em em Zagreb (incluindo a transmissão ao vivo na rádio e na internet), com trechos de Die Meistersinger von Nürnberg (Wagner) e Mefistofele (Boito).

Como repertório sinfônico, Muehle enfoca o repertório do período romântico. Ele cantou, entre outras, Messe Solennelle de St. Cecillie (Gounod) no Theatro Municipal de São Paulo e 9 Sinfonia de Beethoven na Catedral de Porto Alegre. Além disso ele executou 9 Sinfonia de Beethoven no distinto Palácio das Artes em Belo Horizonte, bem como Das Lied von der Erde, de Gustav Mahler, sob Ira Levin, no Teatro Nacional Claudio Santoro em Brasília, onde retornou diversas vezes em produções de I Pagliacci (Leoncavallo) e Carmen (Bizet)  sob a regência de Claudio Cohen.