Vinícius Atique / Baritono

Vinícius Atique / Baritono

Bio

Aluno da mítica mezzo-soprano norteamericana Dolora Zajick, foi agraciado com bolsa de estudos pela USP para estudar na Université de Montréal com o barítono Mark Pedrotti, auferindo nota máxima ao final do curso.

Em junho de 2002 obteve o segundo lugar no XIX Concurso Nacional de Araçatuba. Desde então, vem se apresentando como solista, tendo cantado o Messiah de G. F. Händel; Theresienmesse de J. Haydn; Weihnachtsoratorium, de J. S. Bach; Requiem, de W. A. Mozart; El Pessebre de Pablo Casals, dentre outras obras sinfônicas.

No repertório operístico cantou Così fan Tutte, Dinorah, Il Barbiere di Siviglia, The Telephone, Roméo et Juliette, Lo Schiavo, Tristan und Isolde e Dialogues des Carmélites. Em 2008 cantou no Suntory Hall – Tokyo em concerto de comemoração aos 100 anos da imigração japonesa no Brasil. Interpretou os “Kindertotenlieder” de G. Mahler com a OSU e participou em 2010 e 2011 do Festival Amazonas de Ópera. Em 2011 interpretou Dancaïre em Carmen, na nova produção do Theatro São Pedro – SP. Também cantou Carmina Burana no Teatro Amazonas, Teatro Polytheama e Teatro Municipal de Sorocaba. Debutou no Theatro Municipal de São Paulo, em L’enfant et les sortilèges de Maurice Ravel, interpretando o Relógio de Pêndulo e o Gato, sucesso de público e considerado pela crítica como o melhor espetáculo do ano. Em novembro deu vida a Pantalon na estréia carioca de L’amour des Trois Oranges no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, considerado pelo jornal O Globo como um dos dez melhores concertos de 2011. Em seu último concerto do ano, encerrou a programação do Theatro Municipal de São Paulo, interpretando o Evangelista na Cantata de Natal de Ernani Aguiar, obtendo sucesso da crítica especializada.

Na Temporada 2012, interpretou Riccardo em I Puritani, Der Journalist em Lulu, de Berg e Sciarrone, em Tosca, ao lado de Eliane Coelho. Foi Marcello em La Bohème pela Cia. de Ópera Curta. Cantou Des knaben Wunderhorn com a Amazonas Filarmônica sob a regência de Luiz Fernando Malheiro, e Carmina Burana em Limeira. Em dezembro, cantou sua última ópera de 2012 onde interpretou Albert na nova produção da ópera Werther de Jules Massenet, no Theatro São Pedro. A produção e sua atuação foram aclamados pela crítica e pelo público.

Na Temporada 2013, cantou a estréia brasileira de A Midsummer Night’s Dream, de Benjamin Britten no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e a estréia brasileira da emblemática Sinfonia, de Luciano Berio, no Teatro Amazonas. Encerrou a temporada da Orquestra Sinfônica Heliópolis interpretando Raphael e Adão na Criação de Haydn na Sala São Paulo. Em 2014, estreou como Sharpless na nova producão da Cia. de Ópera Curta no Theatro São Pedro e em 2015 estreou como Fìgaro no Barbeiro de Sevilha de G. Rossini e como Gabriel von Eisenstein no Morcego de J. Strauss sob a batuta de Roberto Minczuk. Na temporada de 2016, estreou como Silvio em I Pagliacci, Don Giovanni na ópera homônima e cantou Carmina Burana junto à Orquestra Sinfônica de São José dos Campos.