Reconhecido pela crítica especializada como um dos principais artistas de ópera do Brasil, Saulo Javan marca sua carreira com presença frequente em grandes casas de concerto e teatros de ópera do país
Destacam-se, entre seus vários trabalhos as montagens de: A Midsummer Night’s Dream – Britten, Aida – Verdi, Die Zauberflöte – Mozart, Don Giovanni – Mozart, Don Pasquale – Donizetti, L’elisir d’amore – Donizetti, Lo Schiavo – C. Gomes, Macbeth – Verdi, Magdalena – Villa-Lobos, Manon Lescaut – Puccini, O Rouxinol – Stravinski, Salomé – Strauss, The Rake’s Progress – Stravinski, Tosca – Puccini, entre outras.
Integrou o elenco da Cia. Brasileira de Ópera no papel de Don Bartolo em O Barbeiro de Sevilha por todo o território nacional e cantou a estréia mundial da ópera Dulcinéia em Trancoso de Eli-Eri Moura. Gravou a Sinfonia X – Ameríndia de Heitor Villa-Lobos com a Osesp, sob a regência do Maestro Isaac Karabtchevsky.
Em 2002 venceu o Concurso de Canto Nacional Villa-Lobos; como ator estudou com a renomada atriz brasileira Myriam Muniz na Funarte, e com o ator Roney Facchini.
Em 2025 retorna ao Theatro Municipal de São Paulo como Leporello em Don Giovanni (Mozart) e Friedenstag (Strauss), além da sua estreia no Chile com a estreia mundial de Llacolén, de Victor Hugo Toro, numa produção de Pablo Mariano, e na Sala Cecília Meireles, num concerto solo acompanhado por Vitor Philomeno. Compromissos para 2026 incluem sua estreia no Palácio das Artes em Belo Horizonte como “Bartolo”, em As Bodas de Figaro (Mozart).
Javan estreia no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, em 2026 como “Bartolo”, em “As bodas de Figaro”, além de cantar a estreia americana do intermezzo “La Contadina”, de J.A. Hasse, pela Companhia Brasileira de Ópera de Câmara e retornar ao Festival de Ópera do Theatro da Paz com o recital “Deuses & Demônios”, com Vitor Philomeno ao piano.
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